Uma coisa que eu acredito que todos deveriam aprender um pouco é lógica. Lógica é esse negócio especial que nós usamos quando queremos pensar racionalmente sobre algo. A lógica é fundamental para a argumentação. Por que eu acho que seja tão importante? Não apenas para o crescimento racional do cristão, mas também para que se possa a chegar a conclusões de forma racional.

Um Pouco Sobre Lógica

Mas como usamos a lógica? Aristóteles tinha um exemplo que hoje é usado como o exemplo clássico e padrão para se ver a validade de um argumento:

Premissa 1 – Todos os homens são mortais.
Premissa 2 – Sócrates é homem.
Conclusão – Portanto, Sócrates é mortal.

Esse é um argumento logicamente válido. Como as premissas são verdadeiras, a conclusão segue logicamente delas. Veja este outro exemplo:

P1 – Todas as galinhas são fritas.
P2 – Fritura faz mal.
C – Portanto, galinha faz mal.

Esse argumento também segue uma estrutura válida. Porém, a P1 é falsa. Galinhas podem ser assadas, cozidas ou vivas! Por isso é sempre bom avaliar as razões por trás de cada premissa.

Também é igualmente importante verificar se o argumento segue os princípios da lógica. Existem três principais princípios da lógica: O princípio da identidade, o princípio da não-contradição e o princípio do meio excluído.

O Princípio da Identidade

Esse princípio basicamente diz que A = A. Em outras palavras, aquilo que é, é. Uma galinha é uma galinha. Uma pedra é uma pedra. Um homem é um homem. E assim por diante.

O Princípio da Não-Contradição

O princípio da não-contradição diz que A não pode ser não-A ao mesmo tempo e no mesmo sentido. Em outras palavras, aquilo que é X não pode ser Y. Por exemplo, uma galinha não pode ser uma pedra ao mesmo tempo e no mesmo sentido.

O Princípio do Meio Excluído

Por fim, o princípio do meio excluído (também chamado de princípio do terceiro excluído) diz que ou algo é ou não é, sem haver terceira opção. Por exemplo, ou a galinha é uma galinha ou ela não é uma galinha. Não há outra opção.

Negar os princípios da lógica é impossível, já que negá-los requer eles. Se alguém disser que os princípios da lógica são inválidos, ele estará dizendo que:

  1. Os princípios da lógica são inválidos (princípio da identidade)
  2. O oposto de (a) é falso (princípio da não-contradição)
  3. Os princípios ou são válidos ou inválidos (princípio do meio excluído)

Desse modo, torna-se contraditório ir contra os princípios da lógica, pois se deve usá-los para negá-los.

Entendendo esse início bem básico, vejamos agora algumas falácias que podem ser cometidas.

A Falácia da Composição

Essa falácia é cometida quando se parte da característica de uma parte para um todo. Considere a seguinte proposição:

“Todos os médicos que eu conheço trabalham apenas por dinheiro. Portanto, todos os médicos do mundo trabalham apenas por dinheiro.”

Note como se parte de uma pequena esfera de médicos para se aplicar essa característica ao todo. Isso porque podem existir médicos que trabalham pelo amor ao próximo.

Veja esse outro exemplo:

“No último ano, foi demonstrado que todos os estudos sobre os efeitos do açúcar foram manipulados pela industria alimentícia do fast food. Portanto, não podemos confiar em nada que qualquer estudo fale.”

Aqui, de novo, se pega apenas as características de uma parte (“efeitos do açúcar”) e se aplica ao todo (“não podemos confiar em nada que qualquer estudo fale”). A falácia é cometida pois, nesse caso, outros estudos podem não ter sido manipulados dessa forma.

Mas vamos ver agora algum exemplo mais cristão. Você pode facilmente identificar essa falácia na seguinte afirmação:

“Os pastores famosos são ladrões. Portanto, todos os pastores são ladrões.”

Existem exceções à falácia da composição também. Se meu telhado for feito apenas com telhas da cor marrom, então o todo possuí essa propriedade. Outro exemplo que podemos dar é quanto ao argumento cosmológico:

P1 – Tudo o que começa a existir tem uma causa.
P2 – O universo começou a existir.
C – Portanto, o universo teve uma causa.

Muitos ateus dizem que esse argumento comete a falácia da composição, pois só porque cada parte do universo tem uma causa, não significa que todo o universo também teve. O erro nessa acusação é que o teísta não está argumentando que cada parte do universo tem uma causa e, portanto, todo o universo teve também. Mas sim fazendo um apelo ao princípio metafísico da causalidade.

A Falácia Genética

Outra falácia bastante cometida por muita gente (principalmente pelos ateus) é a falácia genética. Ela é cometida quando se tenta invalidar a verdade de uma crença ou posição atacando como ela possa ter se originado. Considere este exemplo:

“Você só acredita que o Michel Temer é o presidente do Brasil porque viu em uma revistinha da Turma da Mônica. Mas, gibis só possuem ficção. Portanto, essa informação que você obteve nesse gibi é falsa.”

A falha aqui se deve pelo fato de a informação na revistinha pode ser verdadeira, mesmo que o gibi se trate de uma ficção. Veja este outro exemplo:

“Você crê que sucos de fruta são bons para a saúde porque ouviu de um estudo da década passada.”

Nesse caso, teria que ser demonstrado o efeito negativo do suco, não a origem da crença do individuo.

Aplicando à apologética, os ateus cometem essa falácia com freqüência. Considere as seguintes afirmações:

1 – “Você só é cristão porque lhe dá conforto.”
2 – “Você só é cristão porque nasceu em um país cristão.”
3 – “Você só crê em Deus por medo do inferno.”
4 – “A moral é uma ilusão criada pela evolução biológica.”

Note que mesmo se essas afirmações forem verdadeiras, elas ainda assim não refutam a verdade da crença. Em (1) e (2) mesmo que a crença tenha se originado pelo conforto que ela causa ou pelo ambiente em que a pessoa nasceu, isso não move um dedo para dizer que a crença da pessoa é falsa. O mesmo vale para (3). Já em (4), o ateu pode alegar que a moral é algo ilusório, pois foi algo que a evolução criou para a sobrevivência da espécie. Porém, mesmo que a moral seja o produto de uma evolução biológica pelo bem da sobrevivência, isso não implica que ela seja ilusória. Pode muito bem ser o caso dela não ter sido criada pela evolução, mas sim descoberta.

Petição de Princípio

A Petição de Princípio (ou “Implorar a Questão”) é uma falácia de raciocínio circular onde a conclusão de um argumento é pressuposta nas premissas. Em outras palavras, se pressupõe aquilo que se está tentando provar. Por exemplo:

P1 – Se crê que o que foi financiado pela rede de fast food foi manipulado.
P2 – As ações da rede de fast food dependem daquilo que se crê
C – Portanto, o que foi financiado pela rede de fast food foi manipulado.

O único motivo de se crer na P2 (“As ações da rede de fast food dependem daquilo que se crê”) é porque já se aceita a conclusão (“…o que foi financiado pela rede de fast food foi manipulado”). Teria que ser demonstrado que houve alguma manipulação por parte dessa rede de fast food. Simplesmente pressupor isso não leva à conclusão.

Veja este outro exemplo:

P1 – A Bíblia não pode errar por ter sido inspirada por Deus.
P2 – A Bíblia diz que Deus existe.
C – Portanto, Deus existe.

Novamente, o único motivo para se crer na P1 é porque já se aceita a conclusão.

Essa falácia é cometida nos principais argumentos usados pelos relativistas. Isso é, tanto no relativismo alético (relativismo da verdade) quanto no relativismo moral cultural, se incorre de petição de princípio para argumentar para suas conclusões:

P1 – O que se crê ser verdade muda de cultura para cultura.
P2 – A verdade depende daquilo que se crê ser verdade.
C – Portanto, a verdade muda de cultura para cultura.

Note que não há justificativa para a P2. Ela só é aceita por aqueles que já aceitam a conclusão. Isso, é claro, é raciocínio circular. Trocando a palavra “verdade” por “moral”, vemos que os relativistas morais cometem a mesma falácia.

Falácia do Espantalho

Essa falácia é cometida quando se ataca uma distorção da posição adversária. Muitos ateus cometem essa falácia também. Veja este exemplo:

“A doutrina cristã da Trindade viola o princípio da não-contradição, pois postula um Deus que ao mesmo tempo é três.”

Essa é uma falácia do espantalho, pois distorce aquilo que a doutrina cristã da Trindade diz. Nós não cremos que a Trindade seja um Deus que é três deuses. Mas sim em Um Deus que é três Pessoas. É um o que que é três quem. Como a Trindade é um de X e três de Y, não há contradição. Assim como um triangulo é três ângulos (um X que é três Y).

Outro exemplo que podemos dar tem a ver com o Argumento Cosmológico, que foi explicado em outro texto. Muitos ateus atacam o argumento questionando:

“Se tudo precisa de uma causa, então quem causou Deus?”

Porém, se você olhar direitinho no argumento vai ver que o teísta não está dizendo que “tudo precisa de uma causa”, mas sim que “tudo o que começa a existir precisa de uma causa”. Como Deus não começou a existir, então ele não precisa de uma causa. O ateu aqui está atacando uma distorção do argumento, sendo assim, ele comete a falácia do espantalho.

Ad Hominem

Essa é uma falácia muito usada pelos ateus. Colocando de forma simples, uma falácia ad hominem é quando se ataca a pessoa ao invés do argumento dela. Considere este exemplo:

“Sua opinião sobre o aborto é irrelevante, pois você não é mulher.”

Além de essa afirmação ser uma falácia genética, ela também é um ad hominem, pois ataca o fato da pessoa ser homem, e não o argumento que ela possa ter oferecido. Outro exemplo:

“Eu não vou ler o livro do Felipe Forti, pois ele é cristão e é tendencioso.”

Novamente, além da óbvia falácia genética, se torna nítido que a pessoa não está disposta a encarar os argumentos do livro, mas os descarta de cara atacando o autor.

Falácia post hoc ergo propter hoc

Post hoc ergo propter hoc significa “Depois disso. Portanto, por causa disso”. Muitas vezes é chamada de falácia post hoc, para simplificar. É uma falácia que é cometida quando se diz que X causou Y simplesmente porque X aconteceu antes de Y. Por exemplo:

“A maioria dos cientistas são ateus por causa da ciência.”

Supondo que a maioria dos cientistas seja ateu (o que não é o caso), aquele que faz essa afirmação esta cometendo a falácia post hoc. Pois só porque alguém se tornou um cientista, isso não significa que ele se tornará ateu. Pode muito bem ser o caso dele ter se tornado um cientista já sendo um ateu.

Outro exemplo comum no ateísmo de internet é a alegação de que a história de Jesus é uma cópia de mitos de deuses mais antigos. Apesar de já ter sido demonstrado que não há praticamente nenhuma similaridade entre a história de Jesus e essas mitologias, essa alegação dos ateus comete a falácia post hoc, pois ela postula que a história de Jesus se originou por causa dessas mitologias.

Falácia do Declive Escorregadio

Essa falácia é cometida quando não se aceita X porque ele leva a Y e você não pode aceitar Y. Em outras palavras, podemos colocar da seguinte forma: “Você deve negar X, pois será levado a Y.” Quando há uma conexão lógica entre X e Y, então se está justificado em aceitar essa negação. Porém, se a única razão para se negar a conclusão for psicológica, sentimental, etc. Então se comete essa falácia. Por exemplo:

“Não devo aceitar que o relativismo alético é auto-contraditório, pois não quero crer em verdades absolutas.”

A única razão para se negar a conclusão de que o relativismo alético é auto-contraditório é que se tem um bloqueio psicológico contra verdades absolutas. Mesmo se o relativista desse alguma razão para a sua conclusão, ela em si seria logicamente impossível.

Suponha que apresentássemos vários argumentos a favor da existência de Deus e concluíssemos que há um Criador, Designer e Legislador do universo cuja existência é Necessária e o ateu rejeitasse a conclusão simplesmente porque teria que deixar seu ateísmo. Nesse caso, ele estaria cometendo essa falácia.

Um último exemplo:

“Não posso concluir que a complexidade especificada no DNA seja produto de uma mente inteligente, pois não quero deixar o darwinismo.”

Fica claro, nesse exemplo, que a única motivação do darwinista para não aceitar a complexidade especificada no DNA é que ele não quer aceitar que houve a intervenção de uma mente na criação.

Falácia da Falsa Dicotomia

Falsa Dicotomia ou Falso Dilema é uma falácia que é cometida quando se propõe apenas duas opções para algo que possui mais. Considere este exemplo do nosso cotidiano:

“Devo comprar ou refrigerante C ou refrigerante P. Não há outra opção.”

Se você for ao super mercado, verá muito mais opções do que C e P. Verá F, D, etc.

Essa falácia é cometida também no antigo Dilema de Eutífron, que questiona se a moral pode vir de Deus:

“Algo é bom porque Deus quer, ou Deus quer porque algo é bom?”

Em outras palavras: (a) Algo só é bom porque Deus quer assim (sendo assim, arbitrário) ou (b) Deus quer algo porque esse algo é bom (sendo assim independente dele). A resposta é que há uma terceira opção: (c) Algo é bom porque Deus é bom. Assim, o Dilema de Eutífron é uma falsa dicotomia.

O mesmo pode ser dito do antigo Dilema de Epicuro, que diz: ou (a) Deus existe, ou (b) o mal existe. De acordo com Epicuro, ambos não podem co-existir e essas são as únicas alternativas. Porém, essa é uma falsa dicotomia, pois não há nada ilógico em Deus e o mal co-existirem. Dado que é logicamente impossível existirem seres livres sem a capacidade de fazer escolhas, e é bem possível que Deus tenha razões morais o bastante para permitir o mal, então não há nada de contraditório em Deus e o mal co-existirem. Então, nesse caso, há uma outra alternativa também: (c) Deus deseja que seres livres existam e possui razões morais suficientes para permitir o mal. Sendo assim, Deus não pode garantir que o mal não exista. Talvez essa alternativa demande uma discussão teológica mais aprofundada, mas esse não é o propósito desse texto.

Um último exemplo que vem da teologia:

“Você crê que o mundo foi criado em seis dias à seis mil anos ou você é um evolucionista que crê que tudo tem milhões de anos?”

Aqui se propõe uma falsa dicotomia, pois há mais opções além dessas duas. Alguém pode crer no que a Bíblia diz e ainda crer que o mundo não foi criado em seis dias à seis mil anos. Eu particularmente creio que a Bíblia é inerrante, creio que o mundo tem bilhões e anos, mas não creio na evolução.

Falácia do Nada-Além (Nothing-Buttery)

Essa é uma falácia que é cometida quando se diz que não há nada além de algo, de modo que implique no conhecimento de algum fator “mais que.” É como se alguém desenhasse uma linha para limitar o conhecimento de algo. Mas para desenhar essa linha, é necessário saber o que há além dela. Com exemplos fica melhor de se entender:

“Não podemos conhecer o mundo real, apenas o fenômeno.”

Nesse caso, está se dizendo que não da para se conhecer “nada-além” do fenômeno. Mas esse conhecimento requer algo “mais que” o conhecimento do fenômeno. É preciso saber, por exemplo, que o mundo real existe e causou o fenômeno, ou que princípio da não-contradição implica que o oposto dessa afirmação sobre o mundo real seja falso.

Quando um ateu diz que o ser humano não é nada além de matéria em movimento. Como eu poderia saber que eu sou apenas a matéria em movimento sem ser mais do que a matéria em movimento?

Falácia da Questão Complexa

Por fim, veremos a falácia da questão complexa. Um exemplo clássico dessa falácia é a seguinte pergunta:

“Quando foi que você parou de bater em sua esposa?”

Note que essa pergunta requer mais do que uma resposta simples. As perguntas que cometem essa falácia assumem que a resposta deva ser sim-ou-não, quando na verdade ela requer mais de uma resposta, sendo sim-e-não.

Um exemplo disso pode ser dado por parte de Criacionistas de Terra Jovem:

“Você crê que o mundo foi criado em seis dias, assim como a Bíblia diz?”

Nesse caso, eu teria que dizer não para a primeira parte (“que o mundo foi criado em seis dias”), mas sim para a segunda (“assim como a Bíblia diz”), pois eu não creio que a Bíblia ensine isso. Outro exemplo bíblico que acontece é o seguinte:

“Você crê que os cristãos devem guardar o sábado e não devem comer porco, assim como a Bíblia diz?”

Novamente, eu diria não para o “devem guardar o sábado e não devem comer porco”, mas sim para o que a Bíblia diz e dizer porque não creio que cristãos devam fazer ou deixar de fazer tais coisas.

Os ateus também podem questionar:

“Você crê no Deus assassino, homofóbico, machista e egoísta da Bíblia?”

Aqui eu teria que dizer sim para a crença no Deus da Bíblia, mas não para o resto pois posso dizer porque o Deus da Bíblia não é um assassino, homofóbico, machista e egoísta.

Conclusão

Essas são apenas algumas falácias que talvez ocorram em uma argumentação. Deve-se evitá-las para se ter um argumento bem sucedido. Entendendo elas, se nota que muitos dos argumentos dos ateus são falaciosos (muitos cristãos cometem falácias também) e podem ser identificados facilmente. Espero que, com isso, fique mais fácil identificar algumas das falácias mais comuns na hora de uma discussão.


Referências

GEISLER, Norman, BROOKS, Ronald. Come Let Us Reason: An Introduction to logical thinking, 8ª impressão. Baker Books, 1998.

MORELAND, J. P., DEWEESE, Garrett. Filosofia Concisa: uma introdução aos principais temas filosóficos. São Paulo: Vida Nova, 2011.

YOUR LOGICAL FALLACY IS, disponível em yourlogicalfallacyis.com. Acesso em 30/jan/2018.


Felipe Forti
Felipe Forti

Formado em Design Gráfico pela FMU - Faculdades Metropolitanas Unidas e em Teatro pelo Teatro Escola Macunaíma. Atualmente cursa Filosofia na Universidade Presbiteriana Mackenzie e Dublagem na Dubrasil - Central da Dublagem. Pretendo fazer Teologia assim que possível. Sou apaixonado por Apologética Cristã e entendo que devo estar sempre preparado para fazer uma defesa a qualquer um que me pedir a razão da esperança que há em mim. (1 Pedro 3:15) Sou autor dos livros A Verdade que existe: Amando a Deus com todo o intelecto e A Gênese em Gênesis: Uma Refutação Bíblica do Criacionismo de Terra Jovem. Ambos podem ser comprados no site do Clube de Autores.

    1 Response to "Lógica, Falácias e o Cotidiano"

    • Edgar de Andrade Xavier

      Estou interessado em estudar lógica modal, pois é muito útil para a teologia filosófica. Por exemplo, o livro The divine atributes, de Edward Wierenga, usa amplamente lógica modal em sua argumentação. Mas a lógica modal é muito difícil, pois requer conhecimento aprofundado de lógica simbólica. Gostaria que Felipe Forti sugerisse texto de lógica modal acessível online e que possa ser lido sem orientação de professor.

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